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A Arte me salvou: O olhar de um músico e palestrante autista no Dia Mundial da Arte

  • Foto do escritor: cantorlucassampaio
    cantorlucassampaio
  • 15 de abr.
  • 1 min de leitura

Atualizado: 2 de set.


Músico e palestrante autista Lucas Sampaio

O que significa arte, senão uma forma de expressar tudo aquilo que o mundo nem sempre sabe escutar?


A importância do Dia Mundial da Arte


Hoje, 15 de abril, Dia Mundial da Arte, não celebro apenas uma data no calendário. Celebro um instrumento de cura, expressão e transformação que muda minha vida todos os dias.


Sou Lucas Sampaio, músico, palestrante e pessoa autista. Cresci num mundo onde ser diferente nem sempre era bem-vindo. As palavras nem sempre fluíam como esperado. As convenções sociais. o caos intenso... Tudo era um desafio. Mas havia algo que sempre me acolhia sem julgamento: a música.


A arte foi meu refúgio e canal de expressão, muito antes de eu entender o que realmente significava estar dentro do espectro autista. Através dos acordes aprendi a me comunicar em público, foi cantando que comecei a me apresentar ao mundo, do meu jeito e no meu tempo.


Hoje, levo essa arte aos palcos das minhas palestras presenciais, onde compartilho minha vivência como pessoa autista e utilizo a música como ponte de conexão. Cada nota é um lembrete de que a inclusão passa também pela sensibilidade artística, pela escuta do que não é dito em palavras.


Neste Dia Mundial da Arte, quero deixar uma reflexão:


Como a sua instituição tem usado a arte de incluir, acolher e transformar vidas?


A arte não é só entretenimento. Para muitas pessoas neurodivergentes, ela é também um caminho de autonomia, identidade e pertencimento.






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